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Exames oftalmológicos
Microscopia especular
É um exame oftalmológico indolor cujo objetivo é analisar a quantidade de células presentes na camada mais profunda da córnea, o endotélio corneano, bem como seu formato e tamanho, para verificar se as células dessa região da córnea permanecem saudáveis.
Biometria ultrassônica
Tem a função de medir o comprimento axial do olho. Exame realizado através de uma sonda ultrassônica em contato com a córnea. Essa medida é importante para o cálculo das lentes intraoculares, implantadas principalmente em cirurgias de catarata.
Ultrassonografia ocular
Também conhecida como exame de ecografia ocular. A partir desse procedimento é possível analisar mais detalhadamente todas as partes dos olhos, de modo a potencializar a precisão do diagnóstico de várias doenças que acometem a visão humana.
Rápido, completamente indolor, sem necessidade de preparo e liberado para pessoas de todas as idades, a ecografia ocular é simples e pode ser feita em poucos minutos. É um exame amplamente utilizado no diagnóstico de doenças oculares desde 1956, pois além de ter uma tecnologia de fácil uso, oferece imagens claras e que auxiliam os oftalmologistas na decisão do tratamento.
Sabendo da sua importância, reunimos a seguir as principais informações sobre a ultrassonografia ocular. Continue lendo e saiba tudo sobre esse importante exame!
Tomografia de coerência óptica (OCT) Mácula, papila e segmento anterior
A tomografia de coerência óptica (OCT) é um exame não invasivo que permite a avaliação detalhada de estruturas essenciais para a visão, como a mácula (área mais nobre da retina) e a papila (disco óptico). Essa tecnologia também permite estudo de várias camadas da córnea, além do ângulo da câmara anterior do olho, estrutura avaliada para diferenciar entre os diversos tipos de glaucoma.
A OCT de mácula é importante na avaliação da retinopatia diabética e da degeneração macular relacionada à idade (DMRI), tanto para diagnóstico quanto para monitorar a resposta às terapias. Doenças como distrofias retinianas, oclusões de vasos da retina e alta miopia, entre outras, também podem necessitar desse exame. Usuários de cloroquina e hidroxicloroquina precisam realizar este exame periodicamente para detectar alterações maculares relacionadas à medicação.
A OCT também tem importância no diagnóstico do glaucoma, pois além de permitir a realização de medidas do disco óptico e de sua escavação, possibilita também avaliar a camada de fibras nervosas da retina, de modo a detectar alterações de forma precoce, antes mesmo de surgirem alterações em outros exames. A avaliação do ângulo da câmara anterior com esta tecnologia também permite avaliar de forma não invasiva se o ângulo é aberto ou fechado, o que irá influenciar na decisão terapêutica em relação a indicação de tratamento com cirurgia, laser ou colírios.
Mapeamento de retina
O mapeamento de retina permite a observação do disco óptico, dos vasos da retina, da mácula e da periferia da retina. Ele viabiliza a detecção de tumores, hemorragias, alterações nos vasos e nas diversas camadas da retina. Sua realização deve ser periódica, principalmente em pacientes com altas ametropias (grau forte de óculos), passado de descolamento de retina ou histórico familiar de doenças da retina. Para adequada realização deste exame, se faz necessária a dilatação das pupilas
Campimetria computadorizada
Este exame é classicamente solicitado para diagnóstico e acompanhamento de glaucoma, pois permite a monitoramento do campo de visão central do paciente. A campimetria também é útil em outras doenças que trazem alterações de campo visual, a exemplo de doenças da retina, como retinose pigmentar, e patologias neurológicas. Este exame é bastante requisitado pelos médicos peritos do INSS para fins de concessão de benefícios, uma vez que a restrição importante do campo visual é utilizada como critério de cegueira.
Topografia corneana
Este exame está indicado para o diagnóstico e acompanhamento dos diferentes tipos de astigmatismo e de ectasias corneanas, com destaque para o ceratocone. Também é importante na avaliação para adaptação de lentes de contato e no pré-operatório da cirurgia de catarata, para que se indique a lente intraocular mais adequada para cada caso.
Gonioscopia
Trata-se do exame que avalia o ângulo da câmara interior, da íris e da superfície do cristalino. É principalmente realizado para diagnosticar casos suspeitos de glaucoma, mas também é utilizado verificar a presença de irregularidades da íris.
Na execução do procedimento, primeiramente, o paciente deve retirar as lentes de contato caso as esteja usando. Feito isso, é feita uma administração de colírios e, em seguida, o paciente é posicionado em frente ao gonioscópio, equipamento que permite a observação avaliada no exame.
Exame da Motilidade Ocular
Tem como fim verificar se há alguma irregularidade na movimentação dos olhos, bem como no alinhamento dos mesmos. O exame possibilita a medição de desvios oculares, que, por sua vez, permite diagnostica e definir o tratamento de doenças advindas do desalinhamento dos olhos.
O procedimento, tradicionalmente, é realizado através do acompanhamento de objetos, no qual o médico avalia o alinhamento dos olhos.
Retinografia
A retinografia é de extrema importância para o diagnóstico e documentação de doenças que acometem o fundo do olho. Ela tem indicação no diagnóstico e acompanhamento de pacientes com glaucoma, retinopatia diabética, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), distrofias de retina, alterações nos vasos da retina ou qualquer outra alteração na região central da retina ou no disco óptico. A dilatação das pupilas pode ser necessária para a realização deste exame.
Angiografia fluoresceínica
A angiografia fluoresceínica é um exame utilizado para avaliação mais aprofundada dos vasos da retina e da coróide, trazendo informações importantes que podem mudar a decisão terapêutica do oftalmologista em determinados casos. Para a realização deste exame, é necessária a injeção de contraste (fluoresceína) na veia do paciente, com indicação em casos de retinopatia diabética, oclusões vasculares da retina, tumores da retina e coroide, degeneração macular relacionada à idade, hemorragias no fundo do olho, entre outros.
É comum após a realização deste exame que haja alteração na coloração da urina, da pele e da parte branca dos olhos, que podem ficar mais amareladas. É importante evitar exposição ao sol e não consumir bebidas alcoólicas após o exame.
Paquimetria
A paquimetria é utilizada para medir a espessura central da córnea. Esta medida é importante na avaliação de glaucoma, visto que córneas mais finas estão mais relacionadas à doença. Além disso, o dado da paquimetria é importante na determinação da pressão intraocular que se deseja atingir para cada paciente.
Ela também é essencial no acompanhamento do edema de córnea (“inchaço” na córnea decorrente de diversos fatores), visto que este exame permite estimar a função do endotélio corneano, uma estrutura mais profunda na córnea que é responsável por manter a mesma com a quantidade ideal de líquido no seu interior, de forma que mantenha sua transparência e permita uma visão adequada.
Curva tensional diária
Também utilizado no diagnóstico e acompanhamento de glaucoma, consiste na realização de várias medidas da pressão intraocular ao longo do dia. Tem o intuito de avaliar a estabilidade da pressão do olho, detectando possíveis picos que possam a vir a agravar o quadro de glaucoma. A realização deste exame é importante para o diagnóstico e também para avaliar a resposta às terapias, sejam elas medicamentosas ou cirúrgicas.
Tonometria
Consiste na medição da pressão interna do olho, também denominada de pressão intraocular. Uma das principais funções desse exame é diagnosticar o glaucoma. Que é a doença causada pela alteração da pressão do globo ocular.
Teste de Schirmer
O teste de Schirmer observa se olhos produzem lágrimas suficientes para permanecerem lubrificados. O instrumento utilizado para esse exame é uma tira especial de papel. Esse equipamento é posicionado na conjuntiva ocular e permite a medição da produção lacrimal do olho. É principalmente indicado para pacientes com suspeita de olho seco.
Teste do Olhinho
O teste do olhinho é um exame que tem por fim detectar alterações na estrutura ocular de recém-nascido e crianças. O procedimento se trata de uma luz apontada para olho do paciente, e baseando-se no reflexo emitido, o médico faz as devidas observações. Vale ressaltar que o teste do olhinho é um exame de triagem, ou seja, por si só é insuficiente para diagnosticar precisamente uma doença. No entanto, os indícios observados nesse processo contribuem significativamente no encaminhamento médico do paciente.
Exames ginegológicos
Biópsia de Colo Uterino
Consiste na coleta do tecido do colo uterino para a verificar a presença de anormalidade neste. O material recolhido é examinado e, a partir dessa análise, pode ser diagnosticado desde infecções nessa região até o desenvolvimento de um câncer. É indicado para casos suspeitos de alterações no útero e que apresentam anormalidades no sistema reprodutor
Colposcopia
O exame permite observar o trato genital inferior: a vulva, a vagina e o colo do útero. O procedimento é realizado através do aparelho nomeado colposcópio, que possui lentes de aumento e substâncias que ajudam a identificar anormalidades na vagina e no colo do útero. Tais irregularidades podem significar princípios de lesões ou algo mais grave.
Vulvoscopia
Esse exame consiste na observação específica da superfície da vulva, sendo usado como instrumento colposcópio, aparelho que permite aproximar de a vezes tamanho normal da imagem. É indicado para pacientes com suspeita de HPV ou que tiveram alguma alteração no papanicolau.
Procedimento Ginecológico
Cirurgia de Alta frequência (CAF)
Procedimento cirúrgico no qual uma área doente pode ser retirada com mínimo dano ao órgão. Trata-se de um termo genérico que tem sido empregado no Brasil para denominar vários procedimentos realizados com um eletrobisturi de alta frequência.
Trata-se de um tipo de cirurgia que utiliza um bisturi elétrico de baixa voltagem e alta frequência de corrente, capaz de retirar partes de tecido sem causar grande queimadura.
É considerado atualmente o melhor tratamento para as lesões pré-malignas do colo uterino, recomendado em todo o mundo, pois é de baixo custo e pode ser feita sob anestesia local, e nas excisões dos tipos I e II, sem internação.